PCP questiona Governo sobre situação das empresas StampDyeing e Polopique

O PCP exige respostas ao Governo perante despedimentos e outros atropelos aos direitos dos trabalhadores de empresas do sector têxtil da nossa região.
Para o PCP "é inaceitável que continuem sempre a ser os trabalhadores os primeiros e principais atingidos quando o patronato decide cortar custos num sector onde predomina o pagamento do salário mínimo e o pagamento de um subsídio de refeição de 2,4€!
Sem deixar de ignorar as justificações avançadas pelas empresas, como o aumento de preços das matérias primas e da energia ou aumento das taxas de juros, o PCP lembra que se tratam de empresas que "apresentaram resultados significativos durante os últimos anos ou que, por exemplo, segundo o INE as exportações do sector têxtil a partir do concelho de Guimarães registou uma subida de mais de 2% em Maio em comparação com período homólogo de 2024, num total superior a 73 milhões de euros".
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