Palácio da Justiça de Guimarães mete água no primeiro andar do edifício

O Sindicato dos Oficiais de Justiça diz que "é pública e notória a falta de condições dos vários edifícios atribuídos às funções de soberania, tribunais, no caso concreto do Núcleo de Guimarães".
Ainda de acordo com o Sindicato, o edifício do Tribunal do Trabalho, na Rua D. João I, "já conta com mais de 30 anos de idade e situa-se numa zona histórica, rua condicionada e com falta de estacionamento, o que impossibilita, muitas vezes, o acesso das ambulâncias que transportam sinistrados que são frequentemente para ali convocados". Acrescem os problemas com o edifício do tribunal em Creixomil, onde estão colocados os Juízos Centrais, os Juízos de Família e Menores e o Juízo de Execução.
"As instalações, embora mais recentes, são mal adaptadas para a função, pois não foram criadas de raiz, e, conhecidos os problemas ligados à segurança, é inaceitável, no entender deste Sindicato, os gastos num valor superior a 30.000 euros de renda mensal", refere o Sindicato.
É neste contexto que o Sindicato dos Oficiais de Justiça considera que "são necessárias obras urgentes, sobretudo no Palácio da Justiça, obras essas prometidas e que fazem todo o sentido, uma vez que o edifício é emblemático e que deverá manter a função de Tribunal para a qual foi construído e para o qual deverá manter-se. A Justiça também precisa de edifícios com simbolismo".
Para o Sindicato é prematuro dizer se o novo edifício do Campus da Justiça vem resolver carências da justiça em Guimarães, "até porque não conhecemos o projecto".
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