34ª edição do Guimarães Jazz promete voltar a contagiar a Cidade

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Começa esta quinta-feira a 34ª edição do Guimarães Jazz, festival reconhecido pela sua longevidade e filosofia. Mantendo a identidade que determinou o seu sucesso, na sua edição deste ano aquele que é considerado um dos festivais mais importantes do país volta a equilibrar tradição e inovação e a ser marcado pela diversidade estilística, geográfica e geracional do seu programa.
Até ao próximo dia 15, não faltarão motivos para viver a Cidade que será contagiada pelo jazz.


De acordo com Ivo Martins, director artístico do Guimarães Jazz “toda a música, e especificamente o jazz tendo em conta as suas características próprias, é um espaço de abertura para a singularidade expressada pelo músico, vinculando-nos assim a uma visão pessoal da realidade".
O primeiro e o segundo concertos da programação oficial do festival serão marcados pela presença da voz por via de dois projetos protagonizados por músicos muito distintos estilística e geracionalmente.
No primeiro caso, esta quinta-feira actua Immanuel Wilkins, um compositor e saxofonista ainda muito jovem, mas que é já um dos nomes mais destacados da sua geração a operar no circuito jazzístico.

A segunda noite, amanhã, marcará o regresso, 20 anos depois, ao Guimarães Jazz de Maria João, uma das figuras mais carismáticas e influentes do jazz português e que, nesta edição do festival, celebrará, apoiada pela sua banda, por um coro de vozes e pela Orquestra de Guimarães, 40 anos de carreira com um novo projecto «Abundância» em que retorna às suas raízes africanas.


Marcações: Guimarães jazz

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