Dario Lacerda é o novo cirurgião plástico da Guimaclinic

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A cirurgia plástica é hoje uma das áreas mais procuradas da medicina. Uns querem corrigir marcas do tempo, outros desejam melhorar pequenos detalhes que condicionam a forma como se vêem ao espelho e partem em busca da perfeição e há também quem procure esta área movido por inseguranças mais profundas. 

Independentemente da motivação, o ponto de partida deveria ser sempre o mesmo: uma abordagem médica consciente, informada e centrada na pessoa. É precisamente essa visão que a Guimaclinic passa a integrar com a introdução da cirurgia plástica no seu conjunto de especialidades médicas.

O cirurgião plástico Dario Lacerda é o responsável por esta nova valência. Com um percurso longo e consolidado, traz para Guimarães uma forma de estar na medicina que recusa soluções rápidas ou promessas irrealistas. Para o médico, a cirurgia plástica não pode ser encarada como um acto isolado, nem como uma resposta automática a um desejo imediato do paciente. “O cirurgião plástico tem de ver o paciente como um todo, ouvir, perceber expectativas e explicar limites. Não posso prometer sonhos, apenas aquilo que a medicina e a técnica permitem”, assumiu.

A relação entre ciência e arte surge como um dos pilares do seu trabalho. Não como conceito abstrato, mas como prática diária. “A ciência é a base, é o que garante segurança, rigor e conhecimento técnico. A arte está no olhar, na forma como se respeitam proporções, traços, identidade. Dois pacientes nunca são iguais e a mesma técnica não pode ser aplicada da mesma forma”, elucidou. É essa leitura individual que faz a diferença entre um resultado artificial e um resultado natural.

Ao longo dos anos, a própria cirurgia plástica evoluiu. Hoje, dificilmente se fala apenas de cirurgia. O tratamento da pele, o acompanhamento nutricional e, em muitos casos, a preparação emocional do paciente tornaram-se partes essenciais do processo. “Não faz sentido operar sem preparar. Uma boa base melhora resultados e reduz riscos. A cirurgia plástica deixou de existir sozinha, hoje é o conjunto que funciona”, adiantou.

Na Guimaclinic, essa filosofia traduz-se numa abordagem integrada, onde cada caso é avaliado sem protocolos fechados. É precisamente nessa leitura individual de cada caso que o cirurgião baseia a sua prática diária, pois nem todas as consultas conduzem a uma decisão imediata. “Há situações em que adiar é a melhor escolha. Nem todas as idades, nem todos os momentos de vida são indicados para uma cirurgia”, esclareceu.

A procura crescente por procedimentos estéticos levanta também questões sobre expectativas e limites. Para Dario Lacerda, aceitar o envelhecimento é um exercício de inteligência emocional. “A cirurgia pode melhorar, suavizar, rejuvenescer, mas não resolve conflitos internos. Quando a insatisfação é constante, a cirurgia não é solução”, garantiu.

É com esta visão ponderada e humanizada que a Guimaclinic passa a oferecer cirurgia plástica, reforçando o seu posicionamento enquanto clínica multidisciplinar, onde a estética é tratada com o mesmo rigor, responsabilidade e seriedade que qualquer outra área da medicina. Uma especialidade médica, integrada, consciente e ao serviço do bem-estar real de quem procura cuidar de si.

Dario Lacerda
Cirurgião Plástico na Guimaclinic
OM: 75434

 

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