Belém Cunha é a coordenadora da Educação Especial da ESFH

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Há escolas onde se ensinam conteúdos programáticos, datas, fórmulas e regras gramaticais. E há escolas onde se aprende algo muito mais profundo: a olhar o outro, a respeitar a diferença, a crescer em humanidade. Na Escola Secundária Francisco de Holanda a Educação Especial é isso mesmo. Um lugar onde a empatia se transforma em método de trabalho e onde a inclusão deixa de ser um conceito abstrato para se tornar prática diária. Ali, cada aluno é visto como um todo, com nome, história e sonhos próprios. É um trabalho silencioso, exigente, muitas vezes invisível aos olhos de quem passa, mas absolutamente transformador para quem o vive por dentro. Um trabalho conduzido por uma equipa que acredita, sem reservas, que nenhuma criança fica para trás e que todas têm direito a pertencer.

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Ao longo dos anos, este departamento foi-se afirmando não apenas como uma resposta educativa, mas como um verdadeiro pilar emocional para alunos e famílias. Para muitos encarregados de educação, a ESFH representa o primeiro espaço onde sentiram que os seus filhos não eram um problema a resolver, mas pessoas a cuidar e a valorizar. Essa confiança constrói-se todos os dias, em gestos pequenos e grandes, na disponibilidade permanente da equipa, na escuta atenta e na capacidade de adaptar respostas a realidades muito distintas.

A coordenadora da Educação Especial, Belém Cunha, professora há cerca de três décadas, fala do seu percurso com a serenidade de quem encontrou o lugar certo. Depois de vários anos no ensino regular a leccionar Português e Alemão, foi o contacto com alunos com grandes dificuldades que mudou o rumo da sua carreira.

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